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Dia das Crianças

Agora estamos contribuindo com o Grupo de Orações Amor e Caridade, que ampara os irmãos da zona alagadiça da periferia de Itanhaém (SP) e outros irmãos de Itanhaém que vivem da coleta seletiva de lixo.

No momento, precisamos organizar 579 sacolinhas para o Dia das Crianças. Até o momento, o grupo conseguiu metade.

Preciso da ajuda de vocês para que todas as crianças recebam!

Prazo máximo de entrega: 10 de outubro, terça-feira.

Cada sacolinha deve conter:

a) Sapato
b) Roupa
c) Roupa íntima
d) Brinquedo
e) Material de higiene
f) Doces



Escrito por UMPN às 12h45
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Campanha atual

 

No momento, estamos fazendo uma campanha para ajudar dois abrigos novos: um precisa mais de fraldas, pomadas, leite e roupas de criança de 0 a 6 anos; o outro precisa mais de sabão em pó e papel higiênico.

Contamos com a ajuda e com a  divulgação de todos!

Vamos mais uma vez nos unir em benefício dos nossos pequenos!

Agora o UMPN tem uma página no orkut. Adicione-nos e receba todas as informações sobre nossas campanhas e idéias.

http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=7702885137174486971



Escrito por UMPN às 14h54
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Natal dos nossos pequenos

O UMPN está organizando sacolinha de Natal para as crianças do lar São Tiago.


Já fizemos sacolinha e festa no dia das crianças.


Desta vez, estamos com dificuldade de encontrar madrinhas para todos. Ainda restam 9 crianças.


As sacolinhas devem conter: roupa de verão, chinelo, chocotone pequeno, brinquedo e toalha de banho.


Se vocês estiverem em condições de ajudar ou conhecerem alguém que possa, por favor, avisem-nos.



Escrito por UMPN às 11h01
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"Eu roubo você no futuro"

Uma criança pode, amanhã, tirar o seu relógio, na rua, a tranqüilidade da sua família, a liberdade de toda a população...

Está roubando, na verdade, seu carinho, sua atenção, seu afeto; pois lhe foi roubada a esperança, antes mesmo de nascer.

Os maiores ladrões somos nós, que de certa forma compactuamos com essa realidade. Só depende do nosso interesse: vamos formar cidadãos conscientes, dignos e felizes. Fique alerta! Doe hoje seu tempo e seu amor. Não seja assaltado, quando já for tarde demais.

Ricardo Mancini - ator convidado

 

FICHA TÉCNICA

Montagem e Direção: TATIANA DOMENECH

Assistente de direção: EDSON PASSOS

Figurino: Criação coletiva

Cenário:Criação coletiva

Elenco: ALLAN PAOLO SVICERO - DANIEL MATECKI - ITALLO MARZOLLA - KARINA SILVA - KAUANA DIAS - MARIANA BITTENCOURT - NATACHA MENDONÇA - THIAGO MOSSO

Participação especial: RICARDO MANCINI

...........................................................................

***Visite o FOTOBLOG do UMPN para ver a foto da nossa montagem: http://www.ummundoparanos.fotoblog.uol.com.br

INFORMAÇÕES ABAIXO (Post anterior)

E-mail: www.ummundoparanos.uol.com.br



Escrito por UMPN às 18h39
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RETRIBUIÇÃO

 

Você que a sorte, pela vida afora,

Rendeu suas graças, concedendo tudo,

Não menospreze um olhar que chora,

A revelar um sofrimento mudo!

 

Você que o filho, em juventude plena,

A tez rosada de saúde aflora,

Olha a criança que, a pedir, lhe acena

A mão pequena que a aridez devora!

 

Você que teve, na infância, outrora,

A proteção e o amor de pais queridos,

Não ponha os velhos, de sua casa, fora

Dê-lhes carinho, pelos tempos idos!

 

Você que a vista alcança as lindas cores

Do pôr-do-sol e do raiar da aurora,

Ampara o cego, que não vê as flores,

O céu, o mar, enfim, tudo ignora!

 

Você que achou o seu amor perfeito,

Que tem um lar, sendo senhor, senhora,

Olhe esses frutos de outro lar desfeito,

Ame seus filhos muito mais, agora!

 

Lembre do Cristo, se alguém lhe implora;

Olhe com amor o pobre rosto ossudo,

Você que a sorte, pela vida afora,

Rendeu suas graças, concedendo tudo!

 

N.ELIAS/SP

           dez/79



Escrito por UMPN às 17h42
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Live 8

“Vocês viram o show do Live 8 ?

 

Para quem não viu, foram vários shows realizados simultaneamente em 8 países da Europa e Ásia, com a finalidade de unir o mundo contra a fome e a pobreza.

 

O principal objetivo é pressionar o G8 (grupo dos dirigentes dos 8 países mais ricos do mundo), que se reúnem uma vez por ano para decidir o que fazer com os problemas da Terra.

 

Cenas de crianças morrendo de fome (aquelas que tantas vezes já vimos) na África comoveram as multidões que assistiram aos shows. Foram 1 milhão na Filadélfia, 300 mil em Londres e por aí vai... Mais de 2 bilhões de pessoas assistiram aos shows transmitidos para 85% do planeta pela TV, rádio e internet!

 

A última cena foi de uma menina com os olhos entreabertos, quase morta. A cena ficou congelada num painel gigantesco no fundo do palco. As pessoas não sabiam se aplaudiam, pois era algo aterrador. Então os cantores no palco lembraram que, há 15 anos atrás, fizeram um show em benefício da África (lembram-se do "We are the World"?) e que esse show salvou a vida de algumas crianças. Nesse momento entra no palco a menina que estava na imagem ao fundo. LINDA ! Ela foi salva da fome e pôde estudar. Está recém formada em agronomia. Se vocês vissem como ela está linda! Saudável e feliz! Se todas aquelas crianças pudessem ter a chance de serem amadas e salvas da fome e do abandono, seriam todas como ela!

 

Para ajudar, basta que as pessoas assinem seu nome no site e coloquem seu país de origem: http://www.live8live.com .

 

Que Deus permita que muitas Angelinas Jolies possam salvar crianças e torná-las suas filhas !”

 

 

Texto de autoria de uma grande amiga, Cél

 



Escrito por UMPN às 21h17
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AMOR

 

O panorama do mundo, no momento que se inicia o terceiro milênio, não é maravilhoso.
Há milhões de pessoas que estão passando fome. As guerras continuam devastadoras. Os homens disputam pedaços de terra, que chamam de territórios, como se fossem viver para sempre em cima deles. E cada pedacinho fica manchado com o sangue de muitas vítimas. Há milhões de pessoas sem um teto. Milhões que sofrem de aids. Milhões que sofreram violência, de crianças a adultos e velhos.
(...)Todos os dias, em todo o mundo, mais alguém está clamando por compreensão e compaixão. Este é o mundo que recebemos do milênio passado. O mundo que construímos. Agora nos compete construir o mundo renovado do terceiro milênio.
Abramos os nossos corações para todos os que estão precisando e aprendamos que as maiores bênçãos vêm sempre do ajudar aos outros. (...)
Por isso o auxílio mútuo é dever de todos. Podemos não resolver os problemas do mundo, mas resolveremos o problema de alguém.
(...)Podemos não resolver o problema da fome no mundo, mas podemos muito bem providenciar para que quem esteja mais próximo de nós, não morra à mingua, providenciando-lhe o alimento ou o salário justo. Podemos ser pobres, e nos sentir sozinhos. Podemos morar em um local não muito agradável, mesmo assim, ainda poderemos colocar flores nos corações e nos alegrar com a vida.
Tudo é suportável quando há amor, único sentimento que viverá para sempre. 

AUTORIA DESCONHECIDA



Escrito por UMPN às 21h57
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"Passa ou Repassa"

O Passa ou Repassa foi uma atividade em que fizemos algumas questões sobre os temas abordados pelo projeto. Quem errava a resposta pagava um mico ou um desafio. Assim, conseguimos passar informações muito importantes sobre os moradores de rua e sobre as crianças abandonadas ou que sofreram maus tratos de uma forma mais interessante, divertida e agradável para todos.

Ainda conseguimos ajudar as crianças do Lar São Tiago com doações que os alunos do colégio fizeram no ato da inscrição.

Nós adoramos o Passa ou Repassa, pois não só alcançamos nosso objetivo de conscientizar e de ajudar as crianças mas também nos divertimos muito.

Texto de Allan Paolo e Gleyce Miranda



Escrito por UMPN às 21h13
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Bebês de até 2 anos são as vítimas mais comuns

 

"O chefe da disciplina de Ortopedia Pediátrica da Unifesp, Henrique Sodré, destaca outro dado alarmante, já conhecido pelos médicos: cerca de 30% das crianças menores de dois anos que apresentam lesões como fraturas e queimaduras sofreram maus tratos. "São crianças que ficam em casa, não têm como se defender ou contar o que aconteceu, por isso estão mais sujeitas a sofrer agressões".

 

Segundo Sodré, existem sinais que permitem ao especialista identificar as crianças que sofrem espancamentos. "Normalmente, as vítimas apresentam várias fraturas, com graus de maturação diferentes".

 

Um exemplo citado pelo médico foi o de uma criança de dois anos atendida no pronto-socorro com nada menos que 13 fraturas. Os pais negaram a agressão, alegando que a criança sofria de uma doença que deixa os ossos fragilizados.

 

"Como essa doença realmente existe, tivemos de fazer uma biópsia, mas comprovamos que ela realmente era saudável e sofria espancamentos sistematicamente", conta Sodré.

 

Uma medida eficaz no combate à violência contra a criança, de acordo com o médico, seriam campanhas de estímulo à denúncia dos casos. "As pessoas sabem o que acontece, mas têm medo de se envolver. Enquanto isso, é cada vez mais comum, por exemplo, nascerem crianças filhas de incestos", denuncia.

 

Os sinais da violência

  • Queimaduras de cigarro e hematomas em locais cobertos pela roupa.
  • Síndrome da orelha de lata (orelha deformada por puxões).
  • Síndrome de Munchausen (pais simulam sintomas para levar a criança ao médico).
  • Síndrome do bebê sacudido (lesões e sangramentos na cabeça).
  • Fraturas múltiplas e em fases de recuperação diferentes.
  • Sonolência causada por drogas para dormir, dadas constantemente pelas mães  

Negligência - Os casos mais encontrados no Vila Maria (76%, ou 53 casos) foram os de abandono ou negligência. Nessa categoria, o enfermeiro e psicólogo José Roberto Bretas, da Enfermagem Pediátrica, que também participou do levantamento, cita o caso do bebê que apresentava dermatites graves da região dos genitais até a cabeça, passando pelas costas, porque foi deixado pela mãe três dias em um colchão plástico sem limpar a urina uma única vez."

http://www.unifesp.br/comunicacao/jpta/ed135/pesqui1.htm

 

 

 

 



Escrito por UMPN às 13h42
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A Ratoeira

"Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote. Pensou logo no tipo de comida que poderia haver ali.

Ao descobrir que era uma ratoeira, ficou aterrorizado. Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos:

'Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira!!!'

'Desculpe-me, Senhor Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda.'

'Desculpe-me, Senhor Rato, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser rezar. Fique tranqüilo que o senhor será lembrado nas minhas preces.'

'O quê, Senhor Rato? Uma ratoeira? Por acaso estou em perigo? Acho que não!

Então, o rato voltou para casa, cabisbaixo e abatido, para encarar a ratoeira do fazendeiro.

Naquela noite, ouviu-se um barulho, como o de uma ratoeira pegando sua vítima. A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pegado. No escuro, ela não viu que a ratoeira havia pegado a cauda e uma cobra venenosa. E a cobra picou a mulher... O fazendeiro a levou ao hospital. Ela voltou com febre.

Todo mundo sabe que, para alimentar alguém com febre, nada melhor do que uma canja de galinha. O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal.

Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la. Para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco. A mulher não melhorou e acabou morrendo.

Muita gente veio para o funeral. O fazendeiro então sacrificou a vaca, para alimentar todo aquele povo.

Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se de que, quando há uma ratoeira na casa, toda a fazenda corre risco." 

(Autor desconhecido)

UMPN agradece a Roseti, nossa advogada e mãe do Pedro, um de nossos integrantes. Seu apoio e seu trabalho são fundamentais para as crianças!

 



Escrito por UMPN às 21h59
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Voluntários da Esperança

 
"Gente, estamos precisando muito da ajuda de vocês.... Amigos.... estamos desenvolvendo eventos para nosso grupo VOLUNTÁRIOS DA ESPERANÇA, para que o nosso trabalho não se encerre como associação. Tudo o que o grupo faz é lindo. Imaginem, levar esperança e carinho a pessoas que vivem num asilo, que a família não visita... crianças que os pais abandonam em orfanatos, isso é muito triste....Pessoas com câncer e h.i.v, que precisam de estímulo, força....Nosso carinho sempre está lá desenvolvendo muita coisa, e isso há seis anos...Entramos em casa de gente que não tem o que comer, de verdade. Crianças chorando de fome, crianças com o pé descalço porque nao tem de verdade o que calçar, o que vestir... e nós tentamos fazer um trabalho super sério...Mas a falta de recursos está atrapalhando o desenvolver de alguns projetos, às vezes não temos pra condução por exemplo, pra retirada de uma doação....
 
E este baile que estamos desenvolvendo no próximo dia 21 de maio é pra justamente arrecadar recursos e alimentos que vão ser dirigidos pra famílias que realmente PASSAM FOME!!!
 
Baile Beneficente Dia 21/05/2005 - sábado das 19h às 24h - Local: Rua do Oratório, 3712 – Vila Prudente – São Paulo – SP – Salão de festas da Paróquia São Carlos Borromeu. Participe ou adquira seu convite antecipadamente no valor de R$ 10,00 - adultos (incluso entrada e sorteio de brindes. Consumação à parte) / R$ 5,00 – crianças . Ingressos ou doações: BANCO BRADESCO AG. 0137-6 C.C. 94604-4 / ITAÚ AG. 1393 – C.P 12827-5/500

*Leve 1 kg de alimento para a campanha do Quilo e colabore com famílias carentes.

 Amigos, olha se cada um puder ajudar com doação de dinheiro, ou comprando ingressos e prestigiando ou ainda uma caixa de bebidas (refrigerante COCA OU GUARANÁ ou cerveja SKOL E BRAHMA em lata, nós pegamos com vocês...) PODE AJUDAR TANTO... 

Gente, eu acredito no bom coração de todos, qualquer, qualquer mesmo ajuda pode incentivar essa associação a sanar seus problemas e seguir adiante.....

Para quem ainda não nos conhece http://www.voluntariosdaesperanca.com.br

Podem me ligar ou escrever, agradeço de coração a todos.

Fernanda - Voluntários da Esperança - 6121-7846 / 9874-9195

fernanda@voluntariosdaesperanca.com.br" 



Escrito por UMPN às 21h25
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O cidadão no rumo certo

"O mundo será melhor se todos contribuirem de alguma forma

Hoje acordei de bem com o mundo... na minha casa toda a família reunida para o café-da-manhã... ao sair deparei-me com um vizinho que cordialmente me cumprimentou... saí com o carro e ao deixar meus filhos na escola, não vi pessoas paradas em filas duplas... indo para o serviço percebi que as calçadas estavam limpas e os motoristas não jogavam papéis pela janela de seus veículos... ao longo do dia meus colegas conversavam sobre a necessidade de se fazer algo de melhor pelos mais necessitados, participando de ONGs, associações de bairro... Saí do trabalho me sentindo mais animado que de costume... não enfrentei congestionamentos e cheguei em casa mais cedo, aproveitando o tempo para curtir mais a família.. Hoje, dormi de bem com a Humanidade e assim gostaria que fossem todos os dias!!!

Embora esse dia seja apenas um sonho, não podemos desistir de acreditar que é possível vivermos em clima de paz e cordialidade. Ruas mais limpas, sinalizadas e menos poluídas (inclusive visualmente). Motoristas educados e com respeito pelos ‘vizinhos’ da frente, de trás e ao lado, além dos pedestres. E estes, com mais consciência dos seus deveres. Sim, eles também os têm.

Vizinhos e moradores conscientes de que calçadas, árvores, gramados e jardins não são sanitários para seus cachorros. Portanto, leve uma pazinha e um saquinho para recolher as necessidades de seu animal. Não custa nada e é um gesto muito digno.

Respeite o andamento das filas, seja no cinema, nas agências bancárias ou na praça de alimentação do shopping. Aposte que todo mundo também está ansioso para ser atendido e seria indelicado ‘furar’ a fila. Evite sentar nos bancos de ônibus e metrô reservados para os idosos, tenha em mente que este assento, um dia, também servirá para você. Um alerta também aos perueiros e motoristas de ônibus: sinal do idoso também é para ser respeitado. Ele trabalhou e pagou impostos por um bom tempo, nada mais justo do que usufruir dos seus direitos.

Não esqueça do seu candidato. Acompanhe, mande sugestões, critique, mas participe. Afinal, o seu voto foi de confiança. Conheça as associações de seu bairro, ONGs, entidades assistenciais, se não houver, monte uma. Adote uma área verde, uma praça. Com certeza, a natureza agradece e faz bem aos olhos e ao coração.

Há muito o que ser feito, portanto não fique parado. Lembre-se: são as pequenas atitudes que transformarão você em uma grande pessoa."

Crédito da matéria: Revista IN

www.revistain.com.br



Escrito por UMPN às 21h02
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Depoimentos

"Não sei explicar o que aconteceu, eu nem estava nervoso. Só lembro que o Márcio não queria estudar. Mandei fazer o dever de casa, fui para o quintal e peguei um tubo de PVC para usar em uma obra. O Márcio apareceu e eu perguntei se ele já havia terminado. Ele falou que sim, mas eu olhei e disse: ‘Não, você não terminou’. Ele falou que não ia fazer mais nada. Peguei o cano e dei uma, duas... O Márcio só falava ‘ai, ai, não me bate’. Depois de sete, oito, eu parei."

Valdemir Cerqueira, guarda municipal do Rio, preso por espancar o filho até a morte

 

"Minha filha tinha 18 anos e poucos sonhos. Meu marido deu fim a eles com três tiros. Mislaine morreu na hora. Eu já imaginava que fosse terminar assim. Ele violentava todas as minhas filhas, mas eu nunca soube de nada. Quando Mislaine me contou, busquei a ajuda da pastoral. Meu marido foi preso, mas acabou solto por falta de provas. Voltou ainda mais violento. Transtornado, disse-me que era apaixonado pela filha e que iria resolver aquela situação. Pegou a arma e acabou com tudo."

Maria Marcelina Rodrigues, dona-de-casa curitibana, ex-mulher do mestre-de-obras Rosalvo de Melo, que matou a filha a tiros



Escrito por UMPN às 14h37
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A perda da infância

31.03.2005

Jornal Nacional

 

O Jornal Nacional mostrou como vivem as crianças de um município brasileiro chamado Santa Maria do Cambucá. É uma cidade do interior de Pernambuco. Mas a realidade, lá, é tão dura e triste quanto em outros tantos municípios pobres do nosso país.


Nas mãos de Emerson, de 3 anos, o pedaço de cano que serve de ferramenta de trabalho parece grande demais. Nos movimentos repetidos, o perigo a todo instante. O menino tira a casca da castanha do caju. Nos dedos, fica um óleo escuro, que coça e irrita a pele. Os olhos lacrimejam.

O trabalho é cansativo até para os adolescentes.

“Dá dor nas costas, fica manchas nas mãos, dói, irrita, se não tiver cuidado dá ferida nos pés”, fala Josivânio Oliveira, de 16 anos.

Muito sacrifício, pouca recompensa. Para cada litro de castanha descascada, R$ 0,35. O esforço de toda a família garante R$ 120 por mês.

Elaine, de 5 anos, tem motivo para dar expediente.

“Ela ajuda para pagar os óculos dela, com o trabalho”, diz a mãe de Elaine, Maria Aparecida de Lima.

A caçula, de dois anos, tem a própria faca, que manuseia distraída, como se fosse um brinquedo. Maiara já está aprendendo o ofício.

“Às vezes se machuca cai, chora, mas levanta e vamos trabalhar”, lembra Maria Aparecida.

A constituição do país e o Estatuto da Criança e do Adolescente proíbem o trabalho infantil, mas nos municípios esquecidos pelos programas oficiais, onde a ajuda não chega, a lei da sobrevivência é mais forte.

Em Santa Maria do Cambucá, todos os dias as crianças cumprem a mesma sentença: perdem a infância no trabalho precoce.

Foi assim com Jovelina da Conceição, que começou a trabalhar aos três anos de idade e hoje vê as filhas e as netas seguirem o mesmo destino.

“Eu tenho pena delas porque elas vivem o mesmo sofrimento que eu vivi”, conta.

Perto do trabalho, longe da escola.

Josicláudia Alves, de 14 anos,  teve que abandonar os estudos pra ajudar a mãe a sustentar a casa.

“Aqui a gente não vive a vida como é para ser vivida e sim só vai levando a vida”, diz ela.

No município o programa de erradicação do trabalho infantil, o Peti, ainda não chegou.

Todos os dias a jornada recomeça nas casas de farinha e nos ranchos de castanha. Em Pernambuco, cerca de 4 mil crianças esperam a ajuda para estudar.

O Ministério do Desenvolvimento Social informou que a prefeitura de Santa Maria do Cambucá nunca solicitou oficialmente a inclusão no programa de erradicação do trabalho infantil. A prefeitura declarou que, desde o início do ano, tem mantido contato com o governo de Pernambuco para cumprir as exigências burocráticas do programa.

 

(Os negritos foram marcados por UMPN.)



Escrito por UMPN às 22h00
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Uma entre tantas histórias de abandono

'Desce, vai procurar outra mãe. Não gosto mais de você.'A frase foi pronunciada pela desempregada Elisângela dos Santos Francisco, 22 anos, na quarta-feira passada. Dirigia-se ao filho Vagner, de apenas 5 anos. Estavam num ônibus. O menino ouviu e cumpriu, talvez pela última vez, uma ordem da mãe. Saltou sozinho em uma rua deserta da Ilha do Governador, bairro da Zona Norte do Rio de Janeiro, mais conhecido por abrigar o Aeroporto Internacional do Galeão. Encarou o mundo assustado. Foi assim que descreveu, mais tarde, seu sentimento, sem poder, em sua idade, precisar a dor que se pode sentir numa situação como essa. Caminhou pela estrada até ser encontrado por uma funcionária do aeroporto. Foi levado ao Juizado de Menores e de lá para um orfanato, onde agora engrossa as estatísticas de crianças abandonadas no país." (Rogar, Silvia. Revista Veja, 11.10.00)

UMPN questiona: Basta criticar a atitude dessa mulher? O que a levou a tomar tal atitude? Quantas vezes um fato como esse se repete por dia? O que fazer para que isso não ocorra nunca mais?



Escrito por UMPN às 18h01
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